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Cresce a demanda por profissionais na área de Engenharia Ambiental e Sanitária

Data da publicação: 12/02/2021
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Intitucional

Você já parou para pensar nos impactos socioambientais e econômicos que são causados pela má gestão dos resíduos sólidos em nosso país? E você tem ideia de como está a atual situação dos resíduos sólidos no Brasil?

Segundo o relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), a situação é preocupante. O panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil em 2016 mostra que 3.326 municípios brasileiros destinam seus resíduos sólidos para locais impróprios e isso equivale a 59% dos municípios. O mesmo documento registra que 76,5 milhões de pessoas sofrem os impactos negativos causados pela destinação inadequada dos resíduos.

Os impactos negativos são inúmeros. De acordo com a ABRELPE, no Brasil, são mais de 7 milhões de toneladas de Resíduos Sólidos  por ano que não são coletados ou têm destinação inadequada, sendo que 80% dos resíduos que chegam aos oceanos têm origem nas cidades.

No dia 02 de agosto de 2010 foi sancionada no Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (Lei Federal nº 12.305/2010), onde através desta legislação, foram estabelecidas metas arrojadas para a resolução das questões socioambientais inerentes à gestão dos resíduos sólidos urbanos no país.

De maneira geral, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos. Também as responsabilidades dos geradores, do poder público, e dos consumidores, bem como os instrumentos econômicos aplicáveis.

Se tratando do gerenciamento de resíduos, este é conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta até a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, de acordo com plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou com plano de gerenciamento de resíduos sólidos.

Diversas etapas constituem esse processo:

Geração: Essa etapa consiste na identificação dos materiais que são "sobras" das atividades econômicas ou produzidos pela prestação de serviços específicos.

Segregação: Efeito de separar os resíduos de acordo com as suas diferentes características, tipologias ou nas suas frações passíveis de valorização, no seu local de geração.

Acondicionamento: É a colocação dos resíduos sólidos no interior de recipientes apropriados, ou seja, ato de embalar os resíduos segregados em sacos ou recipientes que evitem vazamentos, rupturas e tombamentos.

Armazenamento: Ambiente específico para contenção temporária de resíduos e rejeitos, com a finalidade de esperar o transporte ou tratamento destes.

Tratamento: Implementação de técnicas para condicionamento das características dos resíduos e rejeitos de acordo com sua destinação final.

Disposição Final: Distribuição de rejeitos em aterros (sanitários ou industriais), observando as normas operacionais, de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e a minimização dos impactos ambientais adversos.

A demanda por profissionais para atuar no setor de resíduos sólidos é cada vez maior. Resolver os problemas de forma rápida e eficiente e salvar o planeta é de extrema importância. O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da FASA forma profissionais altamente qualificados para atuar nas diversas áreas. Estamos vivendo um momento de desequilíbrio e desarmonia, causados pela própria sociedade. O profissional dessa área será capaz de avaliar a dimensão das alterações ambientais, causadas pelas atividade humanas e propor soluções imediatas.

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Fonte: https://portalresiduossolidos.com/situacao-atual-dos-rs-no-brasil/


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